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segunda-feira, 3 de maio de 2010

cru

Algo que me ocorreu no companhia do tédio e do sono.

Tudo reside no fato de a morte e a esperança residirem no amanhã. O amanhã, hoje em dia, é um belo sinômino para espera.
Talvez não se façam artistas como antigamente porque toda nossa genialidade esta concentrada em conseguir sobreviver nesse mundo tão ligado ao passsado mas que nunca teve um futuro tão único e assustador. Um futuro onde a disparidade entre corpo e mente não é aceito e absorvido para gerar produtos artísticos. Vivemos, sabendo inconscientemente que tudo é possível e alcançável. Como então amar não sabendo se amanha estarei com tuberculose? Como poetizar sobre a natureza se ela já não está presente. Como falar da dor se um dia ela será opção para os conservadores que querem emocionar. O corpo é obsoleto e deve deixar de ser. Mas a arte e a beleza desta existiu e existe com essa relação, e apenas com essa.

Um comentário:

Diogo Liberano disse...

phil! falamos tanto de genialidade no ultimo ensaio.. q estranho! asuhasuhsauhasu. seguir!
fica a palavra "talvez"