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quinta-feira, 4 de março de 2010

O monólogo de Lucky

             

LUCKY – Dada a existência tão como se depreende dos recentes trabalhos público e Poinçon e Wattmann de um Deus pessoal quaquaquaqua de barba branca quaqua fora do tempo e do espaço que do alto de sua divina apatia sua divina athambia sua divina afasia nos ama a todos com algumas poucas exceções não se sabe por quê mas o tempo dirá e sofre a exemplo da divina Miranda com aqueles que estão não se sabe por quê mas o tempo dirá atormentados atirados ao fogo às flamas às labaredas que por menos que isto perdure ainda e quem duvida acabarão incendiando o firmamento a saber levarão o inferno às nuvens tão azuis às vezes e ainda hoje calmas tão calmas de uma calma que nem por ser intermitente é menos desejada mas não nos precipitemos e considerando por outro lado os resultados da investigação interrompida não nos precipitemos a investigação interrompida mas consagrada pela Acacademia de Antropopopometria de Berna-sobre-Bresse de Testu e Conard ficou estabelecido sem a menor margem de erro tirante a intrínseca a todo e qualquer cálculo humano que considerando os resultados da investigação interrompida interrompida de Testu e Conard ficou evidente dente dente o seguinte guinte guinte a saber mas não nos precipitemos não se sabe por quê acompanhando os trabalhos de Poinçon e Wattmann evidencia-se claramente tão claramente que à luz dos esforços de Fartov e Belcher interrompidos interrompidos não se sabe por quê de Testu e Conard interrompidos interrompidos evidencia-se que o homem ao contrário da opinião contrária que o homem em Bresse de Testu e Conard que o homem enfim numa palavra que o homem numa palavra enfim não obstante os avanços na alimentação e na defecação está perdendo peso e ao mesmo tempo paralelamente não se sabe por quê não obstante os avanços na educação física na prática de esportes tais quais quais quais o tênis o futebol a corrida o ciclismo a natação a equitação a aviação a conação o tênis a camogia a patinação no gelo e no asfalto o tênis a aviação os esportes os esportes de inverno de verão de outono de outono o tênis na grama no saibro na terra batida a aviação o tênis o hóquei na terra no mar no ar a penicilina e seus sucedâneos numa palavra recomeço ao mesmo tempo paralelamente de novo não se sabe por quê não obstante o tênis recomeço a aviação o golfe o de nove e o de dezoito buracos o tênis no gelo numa palavra não se sabe por quê no Sena Sena-e-Oise Sena-e-Marne Marne-e-Oise a saber ao mesmo tempo paralelamente não se sabe por quê está perdendo peso e encolhendo recomeço Oiase e Marne numa palavra a perda líquida per capita desde a morte de Voltaire sendo da ordem de por volta de duzentos gramas aproximadamente na média arredondando bem pesados e pelados na Normandia não se sabe por quê numa palavra enfim tanto faz fatos são fatos e considerando por outro lado o que é ainda mais grave aquilo que se evidencia o que é ainda mais grave à luz de à luz das experiências em curso de Steinweg e Petermann o que nas planícies na montanha no litoral junto aos rios de água corrente fogo corrente o ar é o mesmo e a terra a saber o ar e a terra na grande glaciação o ar e a terra feitos de pedras na grande glaciação ai de mim no sétimo ano da sua era o éter a terra o mar feitos de pedras na grande escuridão na grande glaciação sobre o mar sobre a terra e pelos ares que pena recomeço não se sabe por quê não obstante o tênis fatos são fatos não se sabe por quê recomeço adiante numa palavra enfim ai de mim adiante feitos de pedras quem poria em dúvida recomeço mas não nos precipitemos recomeço a cabeça ao mesmo tempo paralelamente não se sabe por quê não obstante o tênis adiante a barba as labaredas as lágrimas as pedras tão azuis tão calmas ai de mim a cabeça a cabeça a cabeça a cabeça na Normandia não obstante o tênis os esforços interrompidos inacabados mais grave as pedras numa palavra recomeço ai de mim ai de mim interrompidos inacabados a cabeça a cabeça na Normandia não obstante o tênis a cabeça ai de mim as pedras Conard Conard... Tênis!... As pedras!... Tão calmas!... Conard!... Inacabadas!...

Tradução: Fábio de Sousa Andrade.

              

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